Tag: Felicidade é…

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Eu não lembro mais quem me marcou nessa tag :/

1. O que você gosta de fazer quando está sozinha?

De ler, ouvir música,escrever, olhar as redes sociais. E fazer coisas que não tenho muita coragem de fazer na frente das outras pessoas, tipo: dançar e cantar haahhaah

2. O que você gosta de fazer junto com outras pessoas (amigos, família ou namorado)?
De comer, de assistir um filme, ou sair para qualquer lugar.

3. Pequenas coisas que te faziam feliz na sua infância:
O bom de ser criança é que justamente as pequenas coisas nos fazem felizes. Eu era uma criança muito criativa e fantasiosa. Na minha casa tinha uma parreira de uvas bem bonita e eu amava brincar lá em baixo, era como se fosse uma cabana na floresta para mim. ♥

Gostava também de andar de bicicleta ( de olhos fechados para sentir o vento batendo no rosto. OBS.: Crianças não façam isso em casa, é um perigo (eu era uma criança maluquinha :p)

Amava observar a natureza e falar com as árvores :p

4. Uma coisa que te deixou feliz essa semana:
Que eu vou fazer uma viagem bem legal com a minha família. E, se planejar para isso tem sido bem especial.

5. Cite 3 coisas que te deixam muito feliz:

  • Feriados :p
  • Estar rodeada de pessoas que eu amo;
  • Estar em paz, comigo e com os outros.

6. Complete: Felicidade é…
Valorizar aquilo que já temos e se alegrar com o restante que vier.

7. Convide 3 pessoas para responder essa TAG:
Vou deixar livre para quem quiser responder. Fica aqui o meu convite. 🙂

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O medo faz ver coisas!

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Dedel, 4 anos e 10 meses em: O medo faz ver as coisas.

Cheguei em casa à noite com a mamãe e o papai. Era começo de julho e estava frio, ventando bastante. Entrei em casa correndo para o meu quarto para pegar um brinquedo.

Eis que levo um susto: na porta do meu quarto tinha uma rã! Parecia seca, devia estar morta.

Enchi o peito de coragem e fiz o que qualquer garoto da minha idade faria em uma situação de perigo: chamei minha mãe!

— Mãaaaaaae! Tem uma rã morta na porta do meu quarto.

Mamãe veio com calma e ao olhar para a rã deu risada. Me pegou no colo e pediu que eu pegasse a rã na mão. Eu saí correndo!

Mamãe acendeu a luz e me mostrou que a rã na verdade era uma folha seca que, com a ventania, entrou em casa.

— Ah, mãe é só uma folha! É que tava escuro e eu senti medo. O medo faz a gente imaginar as coisas, eu olhei para a folha e vi uma rã, mas não era não, era só minha cabeça que tava imaginando.

— Isso mesmo, filho. Quem te ensinou isso?

— Ah, mãe, isso eu aprendi sozinho. — (Leonino sendo leonino :p)

Não sei ser sexy

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Sempre admirei as femme fatale dos filmes. Sempre quis ser uma delas. Uma mulher forte, linda,sedutora, independente e muito, muito má com os homens.

Uma maquiagem bem marcada. Uma bolsa pequena transbordando de mentiras. Um corpo escultural dentro de um vestidinho justo.

Mas conforme eu fui crescendo percebi o quanto as femme fatale se afastam totalmente da minha personalidade. De quem eu sou. E do que eu quero ser.

Eu não gosto de jogos do amor. Não gosto de mentir. E também não gosto de fingir ser alguém que não sou.

E, apesar da ideia de fazer joguinhos seja excitante, não combina em nada comigo.

Não gosto de ter que fingir que não me importo só para o cara me ligar no dia seguinte.

Nem acho que tenho que “pisar” em ninguém para ser valorizada.

Pode até parecer que sou boba. Mas simplesmente não consigo fingir ser aquilo que não sou. As pessoas dizem que minto mal e não é que elas tem razão?!

A verdade é que é um saco esses jogos de relacionamento, e eu gosto mesmo é de transparência. Eu gosto de saber todas as intenções das pessoas comigo e de transparecer aquilo que sinto. De dizer que o castanho do olho dele é lindo e eu podia ficar olhando para ele o dia inteiro; Que quando ele sorri parece que uma constelação iluminou o meu rosto. Que quando ele fala o meu coração parece que vai sair pela boca. E que quando ele abraça forte, eu sinto que ali é o lugar mais seguro do mundo.

Eu não sei quem foi o tolo que inventou que o amor precisa ser um tabuleiro e que as pessoas são as peças do jogo.

O amor não é um jogo. É um propósito.

É muito fácil ficar com joguinhos, ser desonesto com o outro, ficar “fazendo pose” o tempo inteiro e depois reclamar que o amor não existe e que você não nasceu para amar nem ser amado.

Jogar pode ser divertido no começo mas uma hora cansa. E uma coisa que podia ser muito legal acaba se tornando algo chato e repetitivo.

No dia que a gente para de teorizar o amor perfeito e passa a simplificá-lo, percebemos quanto tempo perdemos com joguinhos bobos que era só um atestado de egos.

Não, a gente não tem que fazer ninguém sofrer para que a pessoa nos valorize.

A pessoa vai valorizar mesmo o tempo que parece voar quando está com você. O pote de sorvete dividido, um filme ou série na Netflix e tantos outros clichês que fazem as pessoas invejarem um casal de apaixonados.

Se a pessoa não valorizar o bem que eu fiz para ela isso significa que ela não está preparada para o amor que eu tenho para oferecer. E se eu não consigo valorizar o amor que eu recebo é porque talvez eu ainda não esteja preparada emocionalmente para alguém tão especial.  Porque às vezes o amor está preparado pra gente mas a gente não está preparado pra ele e vice-versa.

Não precisa se machucar. Não precisa machucar. É só viver todas as experiências  que o amor tem a oferecer. E deixar o amor amadurecer… sem jogos e sem trapaças.

Xeque-mate!

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Você é um jogador nato!

E eu entrei nesse jogo sem saber que estava entrando.

Me envolvi. Me deixei levar pelas suas estratégias.  Até que em algum momento eu percebi que eu não merecia ser só mais uma peça do seu tabuleiro.

Diferente das outras vezes, eu tomei conta da situação. Não sou mais simplesmente um acessório do jogo, agora estou jogando ele.

Mas como eu não gosto de perder tempo com joguinhos bobos dou a jogada final: xeque-mate para você, meu bem!

Continue por aí escolhendo as peças desse seu jogo sujo que não levará ninguém a lugar nenhum, continue trapaceando, brinque com os sentimentos dos outros. Hoje você é o jogador amanhã será só mais uma peça do seu próprio jogo.

O melhor do ano

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Em 2011 tive umas experiências complicadas de vida, que desestabilizaram o meu equilíbrio emocional.
Depois de várias noites sem dormir direito, pedi para Deus que me confortasse, que aliviasse o meu desespero. Pela primeira vez na vida li a Bíblia de verdade. E foi difícil interpretar a mensagem de Deus para mim, mas finalmente compreendi que: Tudo tem começo, meio e fim. E, algumas coisas precisam ter fim para que outras novas possam surgir.
Encarei os problemas como um meio que chegaria a um fim para depois vir um novo começo. Que meu coração sonhador torcia para ser bom.
Depois disso, aprendi a valorizar a vida e agradecer pelos dias bons e ruins. O que é bom vira memória e o que é ruim, experiência.
De lá para cá, os anos passaram. Cheio de coisas boas e ruins também.
Chegou 2017. E, eu que achei que depois de 2011/2012 eu estava forte para enfrentar qualquer situação, só que não. Me vi estressada, frustrada, desvalorizada e decepcionada. O meu corpo reagiu e eu fiquei muito doente.
Tive que procurar um nutricionista e fazer academia. Logo eu que sempre achei tudo isso fútil. Mas não é. E mais uma vez a vida me ensina que as certezas podem se tornar incertas a qualquer momento.
2017 está chegando ao fim. E, mesmo com todas as dificuldades que tive esse ano, sinto um apertinho no coração por ele estar acabando.
Foi um ano em que ri na mesma proporção em que chorei. Tive realização de sonhos. Ajudei pessoas. Conheci gente legal. Cuidei da minha saúde. E, sim, apesar de tudo, fui feliz.
Eu digo que esse foi meu ano “Montanha-russa” , entre subidas e descidas malucas.
Se for para colocar no pódio qual foi o “melhor do ano”, com certeza, escolho uma palestra com um professor incrível que tive no começo desse ano sobre Neurodidática. Fiquei apaixonada com a aula dele e aprendi coisas que levarei pelo resto da vida.
Como tentar fortalecer as experiências positivas e não as negativas. O caminho é lento, mas estou tentando  agradecer mais do que reclamar. Porque a reclamação vira mania e parece que quanto mais reclamamos mais motivos para reclamar vão surgindo. E quando agradecemos mais motivos para agradecer surgem.                        O legal da ideia de ter um ano novo é poder renovar as esperanças. É tipo o final de uma temporada da nossa série preferida. É ansiar pelo novo e torcer para que que as coisas comecem/voltem a dar certo.
Agora tô aqui ouvindo Coldplay e imaginando mais um fim de temporada nessa minha vida louca. Tô curtindo a paisagem e agradecendo ao universo por estar mais um ano por aqui, entre ganhos e perdas, aprendendo a cada dia como me tornar alguém melhor para o mundo. E que venha a nova temporada.

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Calendário de Advento da vida real

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Oi, gente.

Como eu disse, no post de ontem (que acabou aparecendo com a data de hoje, porque postei 23:59), aqui em casa (e no blog) estamos fazendo o calendário de advento  e o Blogmas.

O calendário que usei de inspiração foi esse aqui. Mas como vocês podem observar, não deu muito certo haahahahah

Mas a mensagem que quero deixar para quem é mãe é que: por mais feinho que esteja e mesmo que você, assim como eu, não tenha habilidades artistícas, seu filho vai amar, porque o importante é a intenção, não é mesmo?

Então, a sua vida materna não precisa ser igual aquelas que você no pinterest. Aproveite as ideias que tem lá e traga-as para a sua realidade. E, mesmo que não fique igual ou parecido, você se esforçou e quem sabe um dia, com mais experiência você (e eu também) consiga melhorar. Torceremos.

Lá tem o passo a passo de como fazer e até sugestões das atividades e até sugestões de presentes para colocar dentro de cada dia. Só que está em inglês, mas nada que um Google Translate não resolva. 😉

No meu não coloquei presentes, optei por colocar algumas atividades/ações. Mas mostro pra vocês amanhã, ok? Finais de semana aqui são uma loucura e estou escondida fazendo esse post. #maesentendem hahah

Então, até amanhã.

Música natalina do dia: Natal todo dia – Roupa Nova

Blogmas e Calendário de advento

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Olá, queridos e queridas!!!

O melhor mês do ano chegou: o mês do Natal e das minhas férias. (Dezembro, você não sabe o quanto te esperei!)

Bem, vi no grupo do Facebook, Vai um Café, a ideia de posts diários, tipo BEDA, só que em Dezembro.

Dei uma pesquisada no Google e, pelo que eu entendi, é tipo um calendário de advento. Dessa forma, os posts iniciam no dia 1º e terminam no dia 24.

Isso significa que terá post todos os dias??? Maybe. É difícil saber se conseguirei, mas vou tentar. ♥

No ano passado, eu vi no blog Casa com amor (blog mais lindo do mundo da maternidade,sério, visitem) e fiquei encantada com os calendários de advento e as atividade que a Lahna faz com seus filhos no Natal.

Decidi que esse ano, faria com o Dedel.

Mas só para variar deixei tudo para a última hora e, não saiu bem como eu planejava.

1º Porque, como eu já disse deixei tudo para a última hora. Resumindo: acabou a cola, a impressora deu problema e o projeto não ficou tão bonitinho quanto deveria;

2º Porque sou uma negação com artesanato.

Mas ainda assim, fiz o calendário meio torto, esquisito, mas que conseguiu cumprir seu papel hoje (e, eu espero que aguente até o dia 24 haha #oremos).

No post de amanhã vou mostrar para vocês o meu calendário e explicar certinho como vai funcionar, ok?

Até amanhã. E bom Dezembro para todos.

Música de hoje: Vem chegando o Natal – Aline Barros ♥