Meu maior ato de coragem

coragem
Se for dono da imagem, avise que darei os créditos 😉

Esse tema me fez refletir muito.

Porque embora eu admire pessoas corajosas eu nunca me achei uma.

Hoje eu penso que a força que uma palavra tem, depende do sentido que você dá à ela.

Dessa forma, uma palavra como coragem, por exemplo, não seria apenas aquilo que o dicionário diz dela, mas sim aquilo que você entende dessa palavra.

E, eu entendo que coragem é você ser dono de suas próprias escolhas, sem se importar com o que você achar disso e saber lidar com as consequências disso.

Pensando assim, tive vários atos de coragem:

  • Fui corajosa quando me neguei a experimentar drogas;
  • Fui corajosa quando fui atrás dos meus sonhos, mesmo as pessoas falando que não valeria à pena;
  • Fui corajosa ao perdoar pessoas que não mereciam nem que as olhasse nos olhos;
  • Fui corajosa por ter feito minhas próprias escolhas e fui muito feliz na maioria delas.

Espero a cada dia mais superar meus medos e ter força para realizar meus sonhos, no fim das contas, todos os nossos atos de coragem começam ao levantar da cama.

“Um passo à frente e você não está no mesmo lugar. ”

(Chico Science)

Estou bem atrasada, mas não poderia deixar de fazer esse post, com esse tema tão especial.  É o tema da blogagem coletiva de abril do Projeto Vai um Café. (O próximo post será da postagem deste mês, ok?

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Por que eu escrevo?

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Google Imagens

Eu escrevo porque dentro de mim há um mundo de palavras, brigando para sair. Escrevo porque adoro a possibilidade de poder brincar com os sons, os cheiros, as cores…

O meu céu eu posso colorir de como eu quiser e posso fazer com que os outros vejam essa minha versão de céu.

Escrevo para sobreviver aos ataques, as tristezas e tudo que me faça  desequilibrar e pensar em desistir.

Escrevo para transmitir um pouco de amor nesse mundo tão cheio de desamor…

Escrevo porque gosto desse meu mundo inventado, onde quem escolhe o final sou eu.

Gosto do poder que a escrita tem de me transportar para lugares onde eu nunca estive, para tempos onde eu nem existia…

Gosto de me vestir de uma das minhas personagens, de me apaixonar e decepcionar várias vezes. De ser a mocinha e ao mesmo tempo a vilã. De poder vivenciar mil histórias de amor…

Escrevo para tentar achar as respostas das perguntas que eu nunca irei entender.

Escrevo ainda que ninguém leia. Ainda que ninguém se importe.  Escrevo para me sentir viva… As palavras são o meu melhor kit de sobrevivência.

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Um natal inesquecível

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créditos

O natal sempre foi importante para mim. E não é por causa dos presentes, nem das comidas deliciosas dessa época. É por causa do ar que parece que muda, das pessoas que parecem estar mais amáveis, é por causa do que isso representa.

Pensei em um natal inesquecível, achei que seria fácil de encontrá-lo. Só que não. E não foi por falta, foi por excesso. Tive tantos natais especiais que ficou difícil a tarefa de escolher um só. Mas se eu pudesse destacar algo em comum em todos esses natais especiais, com certeza, seria: a minha família reunida.

No fim das contas, apesar das piadinhas sem graça, das perguntas constrangedoras, as únicas pessoas que estarão do nosso lado, mesmo a gente estando errado, são a nossa família. Pois eles realmente se preocupam com o nosso bem estar.

Para mim, o natal inesquecível é aquele com as pessoas que amo bem pertinho de mim. Mesmo se não tivermos presentes, nem comidas caras. Mesmo se a gente tiver que improvisar um pezinho para a velha árvore de natal. E tiver que fazer os enfeites para pendurar… O natal inesquecível é feito de afeto, feito de família, que não é de margarina, mas que sabe ser feliz de vez em quando.

Um natal de abraços, de laços, de cumplicidade. É amar o natal por saber que nessa data todo mundo estará junto novamente. É perdoar o outro por não ter sido legal com você. É perdoar a si mesmo por não ter sido tão legal com os outros.

No fim das contas, o melhor presente que temos a oferecer aos outros é mesmo a nossa presença ao lado deles.

Bem que o natal podia ser todo dia…

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Amigão

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Meu filho queria um cachorro. Eu adoro animais de estimação e cresci tendo vários gatinhos e cachorrinhos, foi uma infância tão feliz que achei legal a ideia dele ter um cachorro. Foi aí que começou a luta para convencer o pai dele. Ele se preocupava porque quando o nosso filho era bebê tínhamos um filhote de cachorro chamado Titã, um dia ele escapou e acabou morrendo atropelado. Meu marido tinha medo disso acontecer com o outro cachorro e do nosso filho sofrer. Mas a morte é inevitável, é triste, mas se formos pensar nisso não nos relacionamos com ninguém, já que todos irão morrer um dia.

Enfim, depois de muita insistência e do meu filho ficar esperando todos os dias o cachorro do vizinho aparecer para brincar com ele, o coração de pedra do meu amado marido amoleceu e fomos em busca de um cachorro.

Minha cabeleireira comentou que a cachorrinha dela teria filhotes, então pedi um à ela. Meu filho participou da espera ansiosa pelo nascimento do cãozinho e o escolheu quando ele ainda estava com os olhinhos fechados e deu o nome de Amigão.

E é aí que mais uma vez a infância nos mostra como todas as coisas são muito mais leves e divertidas nessa época.

Toda vez que alguém pergunta o nome da bolinha de pelos branca e comedor de sapatos e nós respondemos: ” Amigão” recebemos gargalhadas como resposta. “Que nome engraçado!” “Ele que escolheu?” diz a vizinha apontando o dedo para o meu filho.

E a gente ri também. Porque foi um nome tão espontâneo, tão lindo, tão “jeitinho criança” de ser, que nos encantamos por perceber que ainda prevalece a inocência dele.

Os adultos acabam perdendo o encantamento pelas coisas simples e acham graça quando a criança com uma criatividade imensa, em vez de batizar o cão com o nome de algum personagem de livro ou desenho favorito, vai pelo menos óbvio, e batiza-o com um sentimento. E se alguém pergunta para ele porque esse nome a resposta está na ponta da língua (e ligada ao coração): “Ele é Amigão, porque ele é meu amigo.” E ponto, não precisa ter explicação. Ele é Amigão porque esse é o sentimento que ele nutre por seu cachorrinho: de amizade.

E engraçado como o nome combinou perfeitamente com o roedor de sapatos mais fofo da vizinhança, vulgo Amigão.

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O que eu aprendi com o BEDA?

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Eu tentando postar todos os dias

Bem, o que me fez criar esse blog foi simplesmente a curiosidade em saber como essa plataforma funcionava, já que eu tinha um blog em uma outra plataforma. Fiz o primeiro post e sumi daqui, achei difícil de mexer e desisti.

Nesse meio tempo aconteceu uma série de coisas em minha vida e, eu não conseguia mais postar nada no outro blog…

Dois anos depois, resolvi abrir aqui e do nada veio inspiração e publiquei o segundo post. No dia seguinte, me surpreendi com a interação das pessoas. Fiquei tão contente que resolvi mudar o layout e começar um novo blog. Só que dessa vez eu tinha um lema: não postaria por obrigação, apenas por paixão. Percebi que um erro que eu cometia no outro blog era justamente esse: postar coisas sem sentido só por postar. E, por isso, resolvi que aqui seria diferente.

O tempo foi passando e me apaixonei pelo blog e por todas as amizades que comecei aqui. Descobri que fiz a escolha certa.

Depois, acabei conhecendo o Projeto Vai um Café? E foi amor à primeira vista.

Mês passado, sugeriram que os participantes do grupo fizessem parte do BEDA. Eu achei loucura ter que postar todos os dias, mas encarei como um novo desafio e entrei disposta a concluí-lo como sucesso. Só que não.

O que eu aprendi com o BEDA é que se a gente se esforçar um pouquinho, consegue criar conteúdo para o blog. Muitas vezes eu criava inúmeras desculpas por estar ausente no blog e o BEDA me mostrou como era só preguiça mesmo. E mania de reclamar por tudo.

E fui indo firme e forme, até que um dia falhei. Fiquei triste, mas não desisti. Depois aconteceram algumas coisas em off, mas me esforcei para postar e senti que as postagens perderam a qualidade.

Acabei desanimando e fiquei outros quatro dias sem fazer posts. Me senti mal no começo, mas depois lembrei quais eram as intenções do blog no começo e meu coração se acalmou.

Participar do BEDA foi massa! Curti muito ler todos os posts dos blogs participantes (tanto do pessoal do grupo, quanto do pessoal de fora), gostei da união, da força que um blog dava ao outro entre uma série de coisas que me deixaram muito feliz por ter topado entrar nessa.

Talvez um dia eu volte a tentar, mas terei que me organizar melhor para conseguir ir até o fim com êxito.

Parabéns à todos que conseguiram, vocês são demais! E parabéns também a quem, assim como eu, não conseguiram (me abraça aqui e vamos chorar juntos haha). Pelo menos tentamos, hehe.  Até a próxima. ❤

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Receita

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aqui

Juro que tento lutar para acordar tarde, mas meu corpo simplesmente não colabora. Tento lembrar, sem sucesso, da última vez que consegui dormir um sonho ininterrupto até pelo menos às dez da manhã. Quando minha mente fica inquieta e faz com que eu perca totalmente a vontade de voltar a dormir.

E adivinha onde ficam todas as inspirações que busquei durante o dia? Pois é, elas florescem ao anoitecer. Parece que tenho um dispositivo no cérebro, que aguarda eu estar exausta para ser acionado. Viro para a direita, viro para a esquerda , me cubro, me descubro, cubro os pés (porque tenho certeza que há um ser sobrenatural a espreita para puxar meu pé, enquanto ele está descoberto). Viro de bruços, de barriga para cima, contemplo o “nada” do teto branco e sem graça do meu quarto. Fecho os meus olhos, comprimindo-os com força, conto carneirinhos, cachorros, gatos … Mas não há nada que faça com que eu durma. Até que para melhorar a situação começo sentir vontade de fazer xixi, que me obriga a finalmente levantar. Vou ao banheiro, o melhor lugar para pensar em coisas aleatórias e em momentos improváveis.Depois de uns minutos, acendo a tela do celular que muda de 03:13 para 03:14. Sou tão boba que acho incrível quando esse tipo de coisa acontece. Fico feito criança, quando come um doce pela primeira vez. Um assunto puxa o outro que puxa o outro e o outro. De repente as palavras começam a formar frases, criam histórias. E eu busco uma folha de papel em branco e uma caneta que funcione bem, para dar vida a elas. As ideias vem, desorganizadas, sem pontuação, sem pausa. E eu vou escrevendo, escrevendo, escrevendo até chegar a exaustão, até a mão doer, até fazer o último ponto do i.

Adoço a vida real. No papel crio mocinhas, crio violões, galãs, crio paixões. Crio histórias tristes, crio histórias de amor. Crio um sorriso bonito, um homem dos sonhos que seja bom, generoso e se pareça com um dos personagens de Johnny Deep. Crio, recrio, desconstruo. Crio histórias perfeitas,  iludo os meus leitores, assim como um dia fui iludida pelas histórias que li. Crio uma trilha sonora, porque o que seria de uma boa história de amor sem uma música, para embalar o casal apaixonado? Crio alegrias e dores. Conto a história da vizinha que se iludiu com o namorado, o da avó da minha amiga que ama a mais de cinquenta anos o mesmo cara. E de todas as histórias possíveis e impossíveis.

Adiciono uma pitada de drama, culpa das novelas mexicanas que eu adoro assistir. Tem que ter lágrima, tem que ser triste, tem que causar algo em quem lê, nem que seja a sensação: “Eu não devia ter lido isto.”

E assim a receita vai findando, as palavras vão acabando e as histórias também.

Dizem que a partir do momento que você publica um texto, ele já não te pertence mais, ele pertence ao leitor que faz suas próprias interpretações sobre eles (ainda que sejam errôneas).

Sendo assim, acredito que uma história nunca tem um fim.

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Notas sobre mim


Sabe aqueles testes bobinhos do Facebook ? 

Pois é, hoje eu fiz um super fofinho e que supercombinou comigo. Fiquei tão surpresa que até printei para salvar. ❤️ 


É muito eu pra pouca nota hahaha

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