Solidão a dois

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Por mais que eu tente fugir, a solidão me persegue.

Eu era uma criança solitária, fui uma adolescente solitária e me tornei uma adulta solitária. E o vazio é tão grande que não deixa espaço pra mais nada entrar.

Eu não entendia porque eu gostava tanto de ficar sozinha, agora entendo que é porque eu tive que me acostumar com isso. Tive que aprender a sobreviver, a aprender que eu nasci só e morrerei da mesma forma.

As pessoas não mudam. Elas só fingem quando é conveniente.

Quando a tempestade acaba ninguém mais quer andar com guarda chuva, ainda que o céu escuro e nublado demonstre que ainda pode chover.

O amassado e o quebrado só pode ser consertado se a pessoa tem consciência do estrago que fez, mas alguns tem memória curta. Eu só queria acreditar que as pessoas podem  mudar e que segundas chances valem a pena.

Por enquanto eu não tenho certeza…

E já está se tornando doloroso viver com incertezas.

Eu teorizo demais, sei de menos.

Esses dias estão estranhos…

2 comentários sobre “Solidão a dois

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